Quando tudo falha conseguimos perceber o que realmente importa na vida.
A pessoa que sou hoje depende, em grande parte (uma enorme enorme parte) do meu primeiro cão... o TUULIKKI
E quando penso nele nunca consigo evitar que as lágrimas apareçam... mas aparecem sempre acompanhadas de um sorriso e de muito muito amor.
O TUULIKKI foi o primeiro de todos... o primeiro que me fez amar e ser amada incondicionalmente... a primeira coisa fofa que amei no primeiro instante que o vi... nada do que ele fizesse me faria amá-lo menos... muito pelo contrário... a coisa tem uma tendência exponencialmente positiva.
O TUULIKKI era um Golden Retriever enorme e maluco, que me foi oferecido enquando eu estava na Base aérea de Beja, (post anterior).
Dei-lhe este nome, que significa Little Wind, porque era uma força da natureza, adorava brincar com folhas das arvores e era capaz de passar por qualquer obstáculo enquanto fazia busca e salvamento, e era bom, mesmo bom na coisa... o menino tinha nascido para aquilo... adorava todos os aspectos da busca e eu era (e sou) uma mãe babada e orgulhosa.
Estou a utilizar e tempo verbal no passado porque infelizmente, o meu primeiro cão foi alvo de todas as coisas más de um dono novo, comeu demais, brincou demais, foi educado de menos e morreu cedo demais, porque a dona não teve o discernimento suficiente para não gritar quando o viu do outro lado da estrada... e... aconteceu o pior dia da minha vida...
Dizem que enquanto nos lembrar-mos de quem amamos eles nunca morrem...

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